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05/02/2015

Garoto de 13 anos de idade abre uma empresa

Em minhas pesquisas de rotina em fontes importantes da tecnologia, uma matéria com um título bastante interessante chamou muito a minha atenção: “O Garoto que abriu uma empresa aos 13 anos de idade”. Li um pouco, achei uma história rica e motivadora e busquei mais informações sobre a mesma. Sim, a pesquisa valeu muito a pena.

Um menino, diferente de outros, que costumamos vê em nossa sociedade. A maioria dos Jovens de hoje pensam em estudar, trabalhar e ficarem ricos, em conquistar coisas, é natural isso, mas esse menino pensou simplesmente em ajudar as pessoas com uma ideia fantásticas para deficientes visuais. Ele juntou um kit de robótica da Lego e criou uma impressora para Braile(Linguagem para cegos). O que mais o motivou a continuar com o projeto, foi através de uma pesquisa que o menino fez no google, para saber o valor de uma impressora Braile, com o custo elevado e não acessível para todos, ele decidiu investir tempo e dedicação no projeto. O protótipo foi desenvolvido e disponibilizado gratuitamente na internet para quem quisesse montar um.

Uma ideia como essa não poderia passar despercebida, contudo, chamou a atenção não só da imprensa, mas também de grandes fabricantes como a Intel, que foi a investidora e fornecedora de componentes para a nova versão da impressora Braigo.

Ela recebeu um novo design, mais semelhante a uma impressora normal, além do chip Edison, da Intel, que ajudou a aumentar a rapidez na impressão. Por fim, a Braigo 2.0 possui conversor de documentos em braile, tecnologia que em softwares normais, pode custar US$ 500 a US$ 600.

O novo Braigo, está em processo de aprimoramento para que em breve, chegue ao mercado pelo mesmo preço inicial de US$500. O menino diz que quis comercializar o Braigo não pelo lucros, mas sim para ajudar as pessoas que não tem condições de ter uma impressora Braile em casa.

Entretendo, o menino decidiu abrir uma companhia com o auxilio e apoio de seus pais. A empresa está localizada no Vale do Silício.

Como toda história de sucesso, o menino ainda disse em uma entrevista, que foi alvo de criticas negativas. “Se há negatividade, é porque eu estava no caminho de algo importante”, frisa o jovem. Isso não o desanimou. E não para por ai, além do Braigo, ele pretende criar outras tecnologias “humanizadas”, isto é, que são “simples, acessíveis e que estão preocupadas em captar problemas reais”.

Gamado na web, ama frontend e backend, DJ nas horas vagas, Jhoninha estuda análise e desenvolvimento de sistemas e é especialista em wordpress. Ele está aprendendo a cantar na Oliver e um dia vai saber entrar no tom.

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